Experiência realça o doce sabor da maturidade

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Alice Schuch: depois dos 50 pode-se viver a "fase sobremesa"

A especialista no comportamento feminino, também palestrante e escritora Alice Schuch, vem referindo-se à mulher madura como especial. Segundo ela, depois dos 50, é possível degustar uma experiência única e prazerosa, uma etapa da vida referida em metáfora pela pesquisadora como a “fase sobremesa”.

Na vida real, explica Alice, nem todo vinho, assim como nem todo ser humano, torna-se amargo com a idade. “Diz-se que o vinho quanto mais velho melhor, não qualquer vinho, mas aqueles vinhos especiais, cujo amadurecimento adequado permite extrair a quinta essência”, reforça.

Ela diz que não são os cabelos brancos, não são as rugas que de repente granjeiam prestígio à fase madura, mas o constante aperfeiçoamento. “A vida anterior vivida de modo responsável porta ao final seus frutos… e, certamente, quem os tiver conseguido não fará como o ator mal ensaiado que fracassa no fim do ato”, ilustra.

A sobremesa apresenta doce paladar e a “fase sobremesa” remete à ideia de complemento e proporção, harmonizada por uma imagem de festa.

“Se perguntarmos a um agricultor, por mais idoso que este seja, para quem ele planta, certamente responderá que a grande vida quer que não somente ele receba dos seus antepassados as sementes, mas também que as transmita aos seus pósteros, pelo prazer de andar, amar, renascer, pois o belo da existência é vivê-la e transmiti-la”, observa Alice Schuch.

Os camponeses, seus vizinhos e seus amigos estão presentes no campo quando deve ser realizado algum trabalho importante: semear, colher, armazenar… E se esforçam em tais atividades, mesmo sabendo que delas não obterão proveito. Plantam árvores que trarão frutos apenas na década seguinte. “E não abrem mão dessa doce sobremesa”, completa.

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É brasileira, doutora em Ciências da Educação - Universidad de Desarrollo Sustentable - UDS. Mestre em Ciencias del Educación pela Universidade Del Mar (Chile). Especialista em Psicologia com Endereço Ontopsicológico pela Universidade Estatal de São Petersburgo (Rússia). Especialista em Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (Rio Grande do Sul, Brasil). Pós-graduada em Psicopedagogia pela Universidade Castelo Branco (Rio de Janeiro, Brasil). Possui MBA Business Intuition pela Antônio Meneghetti Faculdade (Recanto Maestro, RS, Brasil) e MBA La Business Intuition Del Made in Italy pela FOIL Itália (Milão, Itália). Atuou na Antônio Meneghetti Faculdade como responsável pelo setor Responsabilidade Social, Coordenação Pedagógica e Ouvidoria. Autora de "Mulher: Aonde vais? Convém?" e “Contos de Alice”, fatos da vida real vivenciados por Maria Alice Schuch que ilustram sua pesquisa exposta em diversos eventos e congressos no decorrer dos últimos anos: Seminário FOIL São Paulo (Brasil, 2002); Faculdade de Psicologia da Universidade Estatal de São Petersburgo (Rússia, 2003); Congresso Internacional Ontopsicologia e Memética em Milão (Itália, 2003), que se encontra publicado na obra homônima, de Antônio Meneghetti. A pesquisa também abrangeu a participação da autora no International Congress Business Intuition, realizado em Riga (Letônia, 2004); no XXI Encontro Nacional dos Women’s Clubs em Canela (Brasil, 2006); no evento de premiação da Fondazione di Ricerca Scientifica ed Umanistica Antônio Meneghetti em Genebra ( Suíça, 2011). No encontro “Brasil do Milênio” realizado na sede do Conselho Econômico, Social e Ambiental da República Francesa em Paris (2012), a autora participou do grupo de pesquisa da Antônio Meneghetti Faculdade. E, ainda, no 41º Encontro da Sociedade Brasileira de Psicologia em Belém (Pará, 2012), ocasião na qual foi apresentado o Projeto Mulher do Milênio, grupo de estudos da Antônio Meneghetti Faculdade referente ao 3º Objetivo do Milênio da ONU: “Igualdade entre os sexos e autonomia das mulheres”.